A gravidez é um momento muito especial para todas as famílias. Mesmo quando não é planejada, a chegada de um bebê muda a vida de todos ao seu redor.
Por isso, os nove meses de espera são rodeados de emoções e cuidados. Um dos cuidados mais importantes é o acompanhamento médico e a realização dos exames pré-natal.
Uma gravidez típica é aquela em que não há intercorrências ou doenças prévias da mãe que possam afetar o curso da gravidez ou o bebê. Quando algo diferente disso acontece, a gravidez pode ser considerada de risco. Saiba os fatores que podem levar à classificação de gravidez de risco.

mãos de mulher segurando exame de gravidez positivo

Histórico da mãe

A saúde da mãe e seu histórico médico são fatores importantes na hora de considerar o grau de risco da gravidez. Meninas com menos de 18 anos podem não ter o corpo completamente desenvolvido, o que pode ser um risco para a mãe e para o bebê. Já mulheres com mais de 35 anos têm mais chances de ter partos prematuros em virtude da incidência de doenças como diabetes e hipertensão, muito comuns nessa faixa etária. Além disso, seus óvulos são mais velhos, o que pode significar a alteração nos cromossomos do bebê, resultando em síndromes como a síndrome de Down, por exemplo.
A diabetes gestacional passa de geração para geração. Então, se a mãe da gestante teve esse quadro, é possível que essa grávida venha a ter também. Demais condições de saúde, como a obesidade, distúrbios da tireoide ou metabólicos e outras que afetem o funcionamento de outros órgãos também podem elevar o risco.
Por fim, problemas anatômicos da mãe que possam dificultar a sustentação do útero ou o parto e histórico de abortos espontâneos anteriores também elevam a classificação da gestação para gravidez de risco.

home e mulher grávida segurando sapatinho de bebê

Doenças gestacionais

Algumas doenças se desenvolvem no curso da gravidez e podem exigir atenção especial da gestante e do médico que acompanha a gravidez. A doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), que é caracterizada pelo súbito aumento da pressão da mãe, e a diabetes gestacional podem comprometer o curso da gravidez se não forem acompanhadas e controladas.

Particularidades do bebê

A gravidez resultante de reprodução assistida é sempre de risco, pois não possui todos os hormônios que sustentam a gestação. Isso não significa que o bebê será mais fraco ou que não irá se desenvolver, mas sim que a gravidez de risco precisa ser acompanhada por um profissional qualificado para evitar intercorrências.
Gestação de gêmeos (ou mais) também é considerada de risco, pois o corpo é preparado para receber apenas um bebê. Quando há algo diferente, é preciso ficar atento para garantir a saúde da mãe e dos fetos.
As síndromes genéticas e malformações congênitas são o último fator da lista de gravidez de risco. Bebês com essas condições podem exigir cirurgias intra-uterinas ou partos antecipados.

grávida segurando boneco de pelúcia

Como lidar com uma gravidez de risco

A mulher que for diagnosticada com gravidez de risco vai precisar fazer mais consultas ao médico e realizar mais exames, seu pré-natal será mais intenso. Depois dos primeiros meses de gestação, o médico poderá traçar planos para reduzir os riscos ou minimizá-los, além de orientar a gestante sobre o comportamento caso a caso.
Algumas grávidas precisam de repouso absoluto e outras precisam tomar medicação. Somente o médico poderá dizer quais os cuidados tomar em caso de gravidez de risco.

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