A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou dez prioridades para a área da saúde em 2019. Entre elas, há as que impactam diretamente na vida da população idosa, como o controle de doenças crônicas não transmissíveis, do impacto de pandemias de influenza e de cuidados na atenção primária.
Segundo a OMS, diabetes, câncer e doenças cardiovasculares são responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo – o equivalente a 41 milhões de óbitos. Em 2018, dados do Ministério da Saúde apontam que 39,5% dos idosos possuem alguma doença crônica e quase 30% possuem duas ou mais. Os números são do Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi), uma rede internacional de pesquisa sobre o envelhecimento. A Sociedade Brasileira de Diabetes estima que 13 milhões de brasileiros convivam com a doença.
O vírus da gripe pode sofrer mutações e a intensidade das infecções variar entre um ano e outro e o Ministério da Saúde avalia a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza. Os tipos A e B, os mais comuns no Brasil, incluem a H1N1 e H3N2 ligadas ao tipo A da doença. Segundo o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde, pessoas acima dos 60 anos representaram 55% dos óbitos pelo vírus da gripe até o dia 22 de dezembro.
Brasil, um país envelhecido
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2000 a população idosa com mais de 60 anos era de 14,5 milhões de pessoas, um aumento de 35,5% ante os 10,7 milhões em 1991. Hoje, este número ultrapassa os 29 milhões e a expectativa é que, até 2060, este número suba para 73 milhões com 60 anos ou mais, o que representa um aumento de 160%.
A OMS considerado um país envelhecido quando 14% da sua população possui mais de 65 anos. Na França, por exemplo, este processo levou 115 anos. Na Suécia, 85. No Brasil, levará pouco mais de duas décadas, sendo considerado um país velho em 2032, quando 32,5 milhões dos mais de 226 milhões de brasileiros terão 65 anos ou mais.
O Geriatra é o médico que trata de pacientes idosos, acompanhando as mudanças naturais referentes ao processo de envelhecimento. Alguns dos sintomas avaliados pelo Geriatra são:
– Esquecimentos constantes;
– Dores de cabeça;
– Tonturas;
– Vontade de urinar com muita frequência;
– Sede constante;
– Perda de peso;
– Fadiga;
– Nervosismo;
– Mudanças de humor;
– Náusea e vômito;
– Infecções frequentes;
– Visão embaçada;
– Dificuldade de cicatrização de feridas;
Dor nas articulações.
Para o complemento da consulta, o médico poderá pedir alguns exames, como hemograma, coagulograma, perfil renal, perfil hepático, eletrólitos, colesterol e triglicerídeos, função tireoidiana, vitamina D, vitamina B12, PSA, ácido úrico, eletrocardiograma, ecocardiograma, urina, raio-x de tórax, ultrassom, tomografia e ressonância.
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Fonte: SBDG

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